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Dos 27 atiradores que cometeram massacres, 26 têm algo em comum

Dos 27 atiradores que cometeram massacres, 26 têm algo em comum

Autor: Mark Meckler, 20 de janeiro de 2018.

Tradutor: Bruno Menezes, 26 de março de 2018.

O recente artigo de opinião de Suzanne Venker na FoxNews é muito, muito importante, porque ela mostra que quase todos os atiradores em massa recentes têm uma coisa em comum: ausência paterna.
Ela começa apontando um tweet depois do tiroteio terrível que aconteceu na Flórida semana passada. O ator e comediante Michael Ian Black começou uma série de tweets desta forma, “Mais profundo que o problema das armas é esse: os garotos estão doentes.”
Venker então descreve como essa “tempestade de tweets” se desviou da verdade:

Infelizmente, é claro que Black se desviou rapidamente. “Homens não têm a linguagem para entender a masculinidade como algo diferente de uma versão do homem das cavernas porque tal linguagem não existe… A linguagem da masculinidade está desesperadamente entrelaçada com a sexualidade, e a linguagem da sexualidade desesperadamente entrelaçada com poder, agência e auto-estima… Sair dessas normas é correr um risco que a maioria de nós tem medo de assumir. Como resultado, muitos homens gastam suas vidas aterrorizados… Nós morremos de medo de sermos vistos como algo diferente de homens. Nós nos conhecemos como homens, mas não sabemos como sermos nossa personalidade inteira. Muitos de nós (eu incluso) ou ficamos quietos ou experimentamos uma profunda raiva e vergonha. Ou todos os três: homens que estão aterrorizados.”

O sr. Black não é o primeiro a atacar a masculinidade e sugerir que isso é a raiz de todos os males. De fato, a frase “masculinidade tóxica” se tornou um chavão na América.
E também não é algo difícil de vender. Afinal de contas, são garotos e homens que são tipicamente culpados por atos violentos de agressão. Ergo, a testosterona – o hormônio definidor da masculinidade – deve ser culpada. Mas a testosterona está aí desde sempre. Massacres em escolas não.
O sr. Black está correto quando diz que os garotos estão doentes. Mas eles não estão doentes como resultado de serem homens das cavernes que não “evoluíram” da maneira que as mulheres fizeram. Eles estão doentes por outro motivo.
Eles não têm um pai.

Sim, sim, mil vezes sim.
A ausência paterna é um problema sério. Os garotos dos Estados Unidos estiveram sob estresse por décadas. Não é a masculinidade tóxica que os está machucando, mas o fato de que quando chegam em casa o pai deles não está lá. Claro e simples. Adicione a isso um monte de modas culturais horríveis dizendo-os que tudo o que é ruim é bom (cultura de gangues, drogas, misoginia etc.), e nós temos um problema sério em nossas mãos.
Venker explica que da lista da CNN dos 27 tiroteios mais mortais na história dos Estados Unidos, apenas um dos autores foi criado por seu pai biológico desde a infância.
“De fato, existe uma correlação direta entre garotos que cresceram com uma ausência paterna e garotos que saíram da escola, que bebem, que usam drogas, que se tornam delinquentes e que terminam na prisão”, ela escreve, “E que matam os seus colegas.
Esse problema não pode ser resolvido por nenhuma política, ou qualquer tipo de controle de armas. Está na hora de ter uma discussão séria sobre a degradação de nossas normais culturais.

Artigo original:
http://www.patheos.com/blogs/markmeckler/2018/02/27-deadliest-mass-shooters-26-one-thing-common/#74Rtr9LFRXGObCI6.99

Leia mais em:

http://www.foxnews.com/opinion/2018/02/18/desperate-cry-americas-boys.html

Bruno Menezes
Bruno Menezes

Uma ideia sobre “Dos 27 atiradores que cometeram massacres, 26 têm algo em comum

Glaucio Vinicius Alves

Glaucio Vinicius AlvesPublicado em  6:20 pm - mar 26, 2018

Caramba.

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