• institutoleaoxiii@gmail.com

Category ArchiveFilosofia

Papa Francisco escolhe padre para guiar retiro da Quaresma que afirma que Jesus “não estabeleceu regras”


O padre é gay assumido, defensor da “teologia crítica” e escreveu introdução para livro de uma freira abortista, defensora do “casamento” gay e admiradora de Hugo Chávez.

O Papa Francisco escolheu o mesmo padre para ser Arquivista do Arquivo Secreto do Vaticano e Bibliotecário da Biblioteca Apostólica Vaticana.

Papa Francisco escolheu um “padre-poeta” português para pregar em seu retiro da Quaresma de 2018 que é um promotor aberto da “teologia crítica” de uma freira espanhola, que é defensora da legalização do aborto e o reconhecimento governamental do “casamento” homossexual e adoção por parte deles.

O padre José Tolentino Calaça de Mendonça, vice-reitor da Universidade Católica de Lisboa, escreveu uma introdução à tradução portuguesa de “Teologia Feminista na História”, por Teresa Forcades, chamada pela BBC de “a freira mais radical da Europa”.

Na introdução ao trabalho de Forcades, Tolentino de Mendonça diz ao leitor que Jesus não deixou quaisquer regras ou leis à humanidade, uma ideia que ele aplica com aprovação à “teologia crítica” de Forcades.

 “Teresa Forcades I Vila lembra daquilo que é essencial: Que Jesus de Nazaré não codificou, nem estabeleceu regras”, escreve Tolentino de Mendonça. “Jesus viveu. Isto é, ele construiu um ethos de relação, somatizou a poesia de sua mensagem na visibilidade de sua carne, expressou seu próprio corpo como premissa”.

Quando a tradução portuguesa do livro foi publicada em 2013 com a introdução de Tolentino de Mendoça, Forcades havia se estabelecido bem como uma advogada da legalização do aborto e a criação do “casamento” homossexual. No mesmo ano ela publicou um vídeo em tributo ao ditador venezuelano Hugo Chávez, que estava morrendo de câncer.

Tolentino de Mendonça compara Forcades a Hildegard de Bingen, e diz que sua teologia é expressa em “uma forma que é simbólica, aberta, e sensível ao tratar do real” em oposição ao jeito tradicional da Igreja de falar de maneira clara, em termos não-metafóricos, o que ele chama de “as gramáticas unívocas triunfais que conhecemos”.

“É necessário que a narrativa doutrinal se entenda mais como uma leitura do que uma escrita, mais como uma viagem do que um lugar, porque a memória que transporta não é redutível ao código legal, uma visão, algo automático”, escreve o padre.

Tal teologia nos é dada por Forcades, diz Tolentino de Mendonça: “é precisamente aqui que o trabalho assustador [provocador] de Teresa Forcades i Vila, Teologia Feminista na História, que o leitor tem em mãos, vem em nossa ajuda”.

Em uma entrevista de 2016 com a estação de rádio de Lisboa Renascença, Tolentino de Mendonça atacou católicos e principalmente cardeais que levantaram suas vozes em crítica ao Papa Francisco, repudiando suas visões como “tradicionalistas”, que ele contrastou com a “tradição” autêntica.

 “Hoje, nós vemos o Papa Francisco ser contrariado por uma ala mais conservadora da Igreja e por alguns nomes importantes, até mesmo cardeais, que de certa forma querem colocar o tradicionalismo acima da tradição”, disse ele.

A respeito da attitude “acolhedora” do Papa Francisco em relação àqueles que vivem teimosamente em situações de pecado mortais como homossexualismo e adultério, Tolentino de Mendonça disse ao entrevistador: “Ninguém pode ser excluído do amor e da misericórdia de Cristo. E essa experiência de misericórdia deve ser levada a todos os lugares, sejam eles cristãos recasados, machucados por experiências matrimoniais desastrosas, seja a realidade de novas famílias, se são pessoas homossexuais, que na Igreja precisam encontrar um lugar para serem ouvidas*, um lugar de misericórdia e acolhimento”.

Tolentino de Mendonça pregará e dará orientação espiritual ao Papa Francisco e oficiais da alta cúria durante o retiro de 18 de fevereiro a 23 de fevereiro deste ano**.

*Esse lugar já existe: se chama “confessionário”. (N. do T.)

**Ano de 2018. (N. do T.)

Original: Matthew Cullinan Hoffman, 5 de fevereiro de 2018

Tradução: Bruno Menezes, 15 de fevereiro de 2019.

https://www.lifesitenews.com/news/pope-francis-chooses-pro-lgbt-priest-to-guide-lent-retreat-who-holds-jesus

Bispo Schneider: “O Cardeal Kasper já não vive a verdadeira fé dos Apóstolos”

O bispo auxiliar de Astana, Cazaquistão, Athanasius Schneider, se juntou ao modesto coro* daqueles que receberam com alegria o Manifesto de Fé do cardeal Müller. Chama a atenção em suas palavras a dureza com que reage à resposta do cardeal Walter Kasper.

 “A profissão clara das verdades divinamente reveladas, em nossos dias, na vida da Igreja, frequentemente já não é mais tolerada e se percebe inclusive como uma provocação, como se pode ver, por exemplo, na reação imediata, intolerante e surpreendentemente agressiva com a qual o cardeal Walter Kasper rechaçou o manifesto de fé do cardeal Müller”, fulmina em sua declaração para o LifeSiteNews o bispo Athanasius Schneider. “Com seu raciocínio contra o Manifesto de Fé, o cardeal Kasper apenas demonstrou que o mesmo já não vive a verdadeira Fé dos apóstolos e da Igreja de todos os tempos, mas que, pelo contrário, representa um cristianismo que, como a gnose, foi construído para si mesmo, (…) uma suposta fé ao gosto do próprio ego e do predomínio do correspondente Zeitgeist”.

Schneider inicia seu comentário encomendando o Manifesto de Fé publicado pelo Cardeal Gerhard Müller, ex-prefeito para a Doutrina da Fé, a qual o teólogo alemão cardeal Walter Kasper acusou de espalhar “meias verdades” e promover “confusão e divisão”. O bispo de Astana, pelo contrário, o considera “uma iniciativa necessária e muito oportuna, edificando a Fé e trazendo à luz a enorme confusão espiritual que tem reinado há bastante tempo na vida da Igreja e que alcançou em nossos dias dimensões inimagináveis”.

A reação dos “renovadores, começando pelo já citado Kasper, um dos teólogos cuja leitura recomenda o Santo Padre, é algo a ser considerado nessas iniciativas, assegura Schneider, que anima a Müller e aos católicos fieis a que não se deixem “confundir ou intimidar por ninguém, nem sequer por um Cardeal Kasper, porque com São Paulo podem dizer serena e convincentemente: ‘Eu sei em quem tenho crido!’ (scio, Cui credidi!)”.

Schneider se tem destacado já há algum tempo como uma das principais vozes da resistência às inovações doutrinais que apontam, muito especialmente pelas pressões da igreja alemã. Tem informalmente restringida a liberdade de movimentos – precisa pedir permissão para sair do Cazaquistão – e tem sido, junto ao cardeal Brandmüller, um dos principais defensores da necessidade de encarar o problema da homossexualização do clero, especialmente com respeito à crise dos abusos sexuais que sofre a Igreja, e que será o tema em torno do qual os presidentes das conferências episcopais daqui a poucos dias em Roma.

*Como já dizia Bento XVI, a Verdade não depende da maioria de votos. (N. do T.)

Original: Carlos Esteban, 14 de fevereiro de 2019

Tradução: Bruno Menezes, 15 de fevereiro de 2019.

https://infovaticana.com/2019/02/14/obispo-schneider-el-cardenal-kasper-ya-no-vive-en-la-verdadera-fe-de-los-apostoles/

Papa Francisco canonizará John Henry Newman

O Vaticano anuncia grandes avanços na causa do famoso teólogo inglês do século XIX e converso do anglicanismo.

O Bem-Aventurado Cardeal John Henry Newman está para ser canonizado após um anúncio do Vaticano. Nesta quarta-feira, o Papa formalmente aprovou um milagre atribuído à sua intercessão

O oratoriano padre Ignatius Harrison, postulador pela causa do Bem-aventurado John Henry, disse ao Register no dia 13 de fevereiro que ouviu a notícia “com enorme júbilo”.

Todo mundo no Oratório de Birmingham, que o Cardeal Newman fundou, está “absolutamente feliz pelo reconhecimento de sua heroica santidade”, disse padre Harrison, “e esperamos por muitas outras graças com sua intercessão”.

O decreto papal surge depois que o Vaticano julgou, no ano passado, a cura de uma mulher como milagrosa.

O caso está relacionado a uma graduada em Direito da arquidiocese de Chicago que foi inexplicavelmente curada em 2013 depois de rezar pela intercessão do Bem-aventurado John Henry, enquanto sofria de uma “gravidez de risco”.

A mulher, cujo nome ainda será publicado, foi inspirada a rezar pela intercessão do cardeal depois de supostamente assistir a um filme sobre ele no EWTN.

A mãe tinha “uma hemorragia interna incontrolável que ameaçava a vida de seu filho no útero”, disse padre Harrison. “Ela é uma devota de longa-data do Bem-Aventurado John Henry, e na oração ela invocou direta e explicitamente a intercessão de Newman para que o sangramento parasse”.

“A cura milagrosa foi imediata, completa e permanente”, disse padre Harrison, dizendo ainda que “a criança nasceu normalmente”.

A data da canonização do Bem-aventurado John Henry Newman, que será o primeiro santo inglês pós-Reforma, ainda não foi anunciada, mas espera-se que acontecerá ainda este ano. “Nós agora esperamos que seja mais cedo do que tarde”, disse o padre Harrison.

Fundador do Oratório de São Felipe Neri na Inglaterra, o Cardeal Newman foi um dos mais proeminentes conversos à Igreja Católica vindo do Anglicanismo no século XIX, e foi um renomado pregador e teólogo.

Autor de 40 livros de 21.000 cartas, suas obras mais famosas são Um Ensaio sobre o Desenvolvimento da Doutrina Cristã, Sobre Consultar os Fieis em Questões de Doutrina, Apologia Pro Vita sua – sua autobiografia espiritual até 1864 – e Ensaio sobre a Gramática do Assentimento*.

Nascido em Londres em 1801, Newman foi feito cardeal em 1879 e tomou como lema “Cor ad cor loquitur – “O coração fala ao coração”. Ele morreu em Edgbaston, Inglaterra, em 1890.

Bento XVI beatificou Newman na Inglaterra em 19 de setembro de 2010, depois do Vaticano aprovar a cura milagrosa do diácono Jack Sullivan, um nativo de Braintree, Massachusetts, que se recuperou de um aleijamento espinhal depois de rezar a Newman por sua intercessão – e foi também inspirado a rezar a ele depois de assistir a um programa da EWTN.

Padre Harrison disse ao Register que esse Segundo milagre atribuído à intercessão do Bem-aventura John Henry havia “dominado minha mente e coração desde que aconteceu em 2013, e desde então estivemos trabalhando duro e rezando muito pela sua realização”.

Foi então uma “notícia maravilhosa” que o Santo Padre tenha agora aprovado o decreto.

Em uma declaração de 13 de fevereiro, o postulador pela causa disse que a notícia de hoje “será bem-vinda por católicos e anglicanos, e ainda por outros”

“Newman foi uma figura central dentro do Movimento de Oxford na Igreja da Inglaterra, e isso o ajudou a fazer contribuições teológicas e espirituais únicas para o Catolicismo depois de sua conversão em 1845”, disse o padre Harrison.

“A longa peregrinação espiritual de Newman ‘das sombras e imagens para a verdade’ encoraja todos os cristãos a perseverarem em sua busca por Deus acima de tudo o mais. Sua conversão ao Catolicismo é um exemplo claro de como Deus usa todas as circunstâncias de nossas vidas para levar-nos até Ele, em Seu bom tempo, e de tantas maneiras diferentes”.

*Respectivamente no original: Essay on the Development of Christian DoctrineOn Consulting the Faithful in Matters of DoctrineApologia pro Vita Sua, Essay on the Grammar of Assent, todos sem tradução para o português.

Original: Edward Pentin

Tradução: Bruno Menezes.

Fonte:

http://www.ncregister.com/blog/edward-pentin/blessed-newman-to-be-canonized-cardinal-mindszenty-declared-venerable

Imprensa distorce fala do Papa sobre Educação Sexual

REUTERS/Max Rossi

“Precisamos oferecer uma educação sexual objetiva, como é, sem colonização ideológica.” – Papa Francisco, 28 de janeiro de 2019, Panamá.

Uma quantidade enorme de pessoas deve ter se assustado com as manchetes dos jornais desta semana: “Papa Francisco diz apoiar que educação sexual seja ensinada nas escolas”.

De fato, o Sumo Pontífice falou sobre o assunto, e chegou a dizer, de fato, que era a favor da educação sexual para crianças.

No entanto, a extensão completa de suas palavras mostra que ele tem uma ideia completamente diferente, aliás oposta àquela dos inimigos da Igreja, sejam os inimigos declarados ou falsos fiéis, que se regozijam a cada “novidade” do Papa Francisco, que na maioria das vezes não passa de pura falta de caráter dos jornalistas.


Essa foi a fala completa do Papa:


“Creio que nas escolas é preciso dar educação sexual. Sexo é um dom de Deus não é um monstro. É o dom de Deus para amar e se alguém o usa para ganhar dinheiro ou explorar o outro, é um problema diferente. Precisamos oferecer uma educação sexual objetiva, como é, sem colonização ideológica. Porque se nas escolas se dá uma educação sexual embebida de colonizações ideológicas, destrói a pessoa. O sexo como dom de Deus deve ser educado, não rigidamente. Educado, de “educere”, para fazer emergir o melhor da pessoa e acompanhá-la no caminho. O problema está nos responsáveis ​​pela educação, seja a nível nacional, seja local, como também em cada unidade escolar: quem são os professores para isso, que livros de textos usar… Eu vi de todos os tipos, há coisas que amadurecem e outras que causam danos. Digo isso sem entrar nos problemas políticos do Panamá: precisamos dar educação sexual para as crianças. O ideal é que comecem em casa, com os pais. Nem sempre é possível por causa de muitas situações familiares, ou porque não sabem como fazê-lo. A escola compensa isso e deve fazê-lo, caso contrário, resta um vazio que é preenchido por qualquer ideologia.”

Dos bons combatentes

Cabem os santos num mundo de inocentes? A pergunta pode soar absurda, reconheço. Um santo, conforme a ideia geral que se tem, habita uma dimensão desconhecida, intocada pela podridão cá “de baixo”, pela corrupção de cada dia tão comum a nós, meros mortais; sua pureza é vista qual a de seres míticos, inatingíveis, desde sempre talvez preservados dos verdadeiros sangue, suor e lágrimas deste mundo.

Nada mais distante da verdade. O alheamento quanto à realidade é nosso, não dos santos. Nós comuns dos homens vivemos entorpecidos do espírito, afogados na superfície das coisas, donde nos é impossível compreender que, conforme dirá Otto-Maria Carpeaux em ensaio sobre a Santa de Ávila que sempre faço questão de revisitar, são os santos que levam o mundo a sério: eles perceberam que na presente vida está em jogo nada menos que a própria Eternidade! O exercício cristão do contemptus mundi (o desprezo do mundo) supõe a feliz notícia de que a Eternidade nos espreita, e de que tudo nesta terra, enquanto nada significa em face do eterno, só pode haurir desta mesma eternidade o seu sentido, a sua razão de ser. O nietzscheanismo de cátedra está equivocado: longe de negá-la, a eternidade é o excelso modo de verdadeiramente qualificar a vida terrestre.

A santidade não está na moda porque são poucos os homens que querem ser verdadeiramente livres. Em seu Camino de perfección, Santa Teresa ensina que, se os revolucionários julgam que seu triunfo passa pelo destronamento dos abastados, o coração de pobre imuniza-se a si mesmo, sobrepujando as armas com as quais os homens o podem escravizar. Esta liberdade, afirma Teresa, é um grande senhorio sobre os bens desta vida. Com efeito, como corromper quem se orgulha da própria pobreza? Santo Agostinho, parceiro de grandeza da nossa Santa, contrasta por sua vez o impulso belicoso que pode emergir da busca pelos bens perecíveis e a natureza pacificadora da procura pelos bens espirituais. Ao passo que os bens materiais são limitados, pois não podem pertencer a muitos — nisto radicam os terríveis conflitos de interesses e, no limite, o desespero existencial, fruto de subversão da correta hierarquia de valores –, os bens espirituais devem ser compartilhados, multiplicados (recorde-se o “servo mau e preguiçoso” de S. Mateus), sob pena de desaparecerem da alma de quem os usufrui. Bonum est diffusivum sui: é próprio do bem difundir-se.

Como é óbvio, não houve jamais um santo orgulhoso. Guardiã das demais virtudes, a humildade é certa geografia da existência, o puro e simples reconhecimento de nossa posição na realidade. A santidade chama à determinação radical do amor humilde num tempo de descompromissos como o nosso — no qual, segundo Carpeaux, as teses materialistas (que de forma alguma se resumem ao apego do dinheiro) triunfaram mesmo sobre os seus inimigos mais ferozes.

Os santos são os seres desconfiadíssimos de si mesmos e, em simultâneo, absurdamente resolutos, zelosos no querer; não há melhores conhecedores da corrupção humana, porque enxergam com luz sobrenatural as mais profundas escuridões da alma. E como não desesperam?

É que a luz divina não lhes descortina apenas a miséria da condição humana como também lhes abre os olhos à Divina Misericórdia. Eles entenderam a lição do Salmista: um abismo chama outro abismo (Sl 41, 8).

O leitor certamente já ouviu sobre os santos. Com o novo ano que se inicia, não devemos nós assumir o desafio de viver grandemente, imitando-os? O desafio de um novo olhar sobre a santidade? Atentemos ao que se escreveu por aí sobre a Sagrada Escritura: ela nos revela que grandes conversões são histórias de amor à segunda vista.

Segundo milagre de John Henry Newman confirmado

O Beato John Henry Newman pode ser canonizado já no ano que vem, anunciou o The Catholic Herald.

O Beato John Henry Newman pode ser canonizado já no ano que vem, anunciou o The Catholic Herald.

O Beato John Henry Newman poderia ser canonizado já no ano que vem depois de ter um segundo milagre aprovado, anunciou o The Catholic Herald.

Dom Philip Egan, bispo de Portsmouth disse num boletim de notícias semana passada que “ao que tudo indica, Newman pode ser canonizado ano que vem”.

O frei Ignatius Harrison, postulador da causa, confirmou ao Catholic Herald que agora faltavam apenas “dois empurrãozinhos” para que a causa avance e Newman seja canonizado – aprovação de uma comissão de bispos, e uma declaração do Papa Francisco.

“Estou rezando para que isso aconteça ano que vem, mas não temos como ter certeza”, ele disse.

Outra fonte com conhecimento da Causa disse ao Herald que comitês da Arquidiocese de Chicado e a Congregação pela Causa dos Santos julgaram como milagrosa a cura de uma mulher. A canonização possivelmente ocorrerá depois da Páscoa de 2019.

A Arquidiocese de Chicago investigou a cura inexplicável de uma mulher que rezou pela intercessão de Newman depois de sofrer com uma “gravidez com risco de morte”. Doutores que trataram relataram que não sabiam explicar sua repentina recuperação.

O Beato John Henry Newman foi um dos mais proeminentes conversos anglicanos ao catolicismo do século XIX.

Ele já era um teólogo anglicano estimado quando ele fundou o Movimento Oxford – que pretendia levar a Igreja Anglicana de volta às suas raízes católicas –, antes de se converter à fé católica.

Ele foi um renomado e brilhante pensador que foi feito cardeal pelo Papa Leão XIII.

Ele morreu em Birmingham em 1890, aos 89 anos, depois de fundar o Oratório de Birmingham.

Seus escritos prolíficos e originais levaram muitos a pedirem para que ele fosse declarado um Doutor da Igreja.

O Papa Bento XVI beatificou Newman em Birmingham em 2010 depois que o Vaticano aprovou seu primeiro milagre: a inexplicável cura do diácono Jack Sullivan, um americano que se recuperou de uma condição espinhal incapacitante.


Post original: Nick Hallet, 28 de novembro de 2018

https://catholicherald.co.uk/news/2018/11/28/second-newman-miracle-confirmed/?fbclid=IwAR3bWd9Zwbyz9xXmJ_GqJfc_LLBKzBTwddpEHyen5uv7WfpAEyk7MmdlAvM

Tradução: Bruno Menezes, 28 de novembro de 2018.

 

 

Dom Henrique detona juiz abortista: “suprema leviandade”

“Suprema leviandade

O Ministro Luís Roberto Barroso, do STF, afirmou hoje, em defesa do aborto, que “estão em jogo direitos fundamentais da mulher e do feto. A autonomia individual da mulher é um direito fundamental em jogo”. Disse também que “a mulher não é um útero a serviço da sociedade”.

É impressionante como um juiz da Suprema Corte da República pode ter uma visão tão míope e um pensamento tão raso e cínico num tema moralmente tão relevante!

Direito fundamental da mulher não tem nada a ver com assassinato de embriões! Para o Excelentíssimo togado, qual o estatuto do embrião? Qual o direito do ser humano no ventre materno? Qual seria o direito do feto?

É preciso que o Supremo cumpra a Constituição e deixe de lado a impostura de querer legislar! Esperamos que a próxima legislatura, na Câmara e no Senado, ponha fim a isto!

O Povo deve sempre recordar que os ministros do Supremo podem sofrer impeachment, quando não são dignos da função ou, exorbitam nas suas atribuições constitucionais. O Povo poderia pressionar o Congresso no sentido de uma limpeza de alguns senhores que se colocam acima da Constituição, dos demais Poderes da República e do Povo brasileiro…

Coisas a serem pensadas!”

A oração não é incondicional

A oração é condicional pelo fato de precisar ser consistente com a vontade de Deus.

 

(Martin Johann Schmidt (1718-1801), “Cristo no Monte das Oliveiras”)

—–

9 de outubro de 2018 (Dave Armstrong)

01 de novembro de 2018 (Tradução de Bruno Menezes)

—–

 

Matheus 21:21 Jesus respondeu-lhes: “Em verdade, vos digo: se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que fiz com a figueira, mas também, se disserdes a esta montanha: ‘Arranca-te daí e joga-te no mar’, acontecerá.

Marcos 11:24 Por isso, vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que já o recebestes, e vos será concedido.

João 16: 23-24 Naquele dia, não me perguntareis mais nada. Em verdade, em verdade, vos digo: se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, ele vos dará.

Até agora, não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.

 

Passagens como essas levaram polemistas ateus e anticristãos a afirmarem que toda oração (supostamente de acordo com a Bíblia) é incondicional. E de fato, mesmo entre cristãos, existe uma crença falsa chamada “evangelho da prosperidade” ou “peça e receba” através da qual o crente pode ter o que quer que ele peça, contanto que ele use um mínimo de fé.

Ambos os grupos apresentam uma visão simplista e ingênua. A doutrina bíblica (no tocante à oração ou a qualquer outra coisa) deve ser determinada considerando-se todas as passagens relevantes juntas.

A oração é condicional pelo fato de precisar ser consistente com a vontade de Deus. Então se nós rezamos (para usar um exemplo extremo) para que um vizinho complicado seja abatido e não possa mais falar ou andar, isso não estaria na vontade de Deus e Deus não responderia a essa oração.

Até algo não imediatamente imoral ou amoral não está necessariamente dentro da vontade de Deus, porque Ele sabe tudo e pode ver aonde as coisas podem levar; assim, podendo recusar alguns pedidos. Quando Jesus diz “pedi e recebereis”, etc., diz isso num sentido proverbial familiar hebraico, que quer dizer [que é algo] “geralmente verdadeiro, mas admite exceções”.

A Bíblia claramente coloca várias condições para que orações sejam aceitas:

I João 5: 14 E esta é a confiança que temos em Deus: se lhe pedimos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve.

Tiago 4:3 Pedis, sim, mas não recebeis, porque pedis mal. Pois o que pedis, só quereis esbanjá-lo nos vossos prazeres.

Tiago 1:7-8 Não pense, portanto, tal homem que alcançará alguma coisa do Senhor, [8] pois é um homem irresoluto, inconstante em todo o seu proceder.

Tiago 5:16 . . . A oração do justo tem grande eficácia.

Hebreus 10:22 acheguemo-nos a ele com coração sincero, com plena firmeza da fé, o mais íntimo da alma isento de toda mácula de pecado e o corpo lavado com a água purificadora (do batismo).

Salmo 66:18 Se eu intentasse no coração o mal, não me teria ouvido o Senhor.

Provérbios 15:8 Os sacrifícios dos pérfidos são abominação para o Senhor, a oração dos homens retos lhe é agradável.

 

Isaías 1:15  Quando estendeis vossas mãos, eu desvio de vós os meus olhos, quando multiplicais vossas preces, não as ouço. Vossas mãos estão cheias de sangue,

Isaías 59:2 são vossos pecados que colocaram uma barreira entre vós e vosso Deus. Vossas faltas são o motivo pelo qual a Face se oculta para não vos ouvir,

 

Mesmo a oração peticionária de São Paulo foi expressamente recusada por Deus:

II Coríntios 12:7-9 [7] E para que a grandeza das revelações não me enchesse de orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás, para me esbofetear, a fim de que eu não me torne orgulhoso. [8] A esse respeito, roguei três vezes ao Senhor que ficasse longe de mim. [9] Mas o Senhor disse- me: “Basta-te a minha graça; pois é na fraqueza que a força se realiza plenamente”. Por isso, de bom grado, me gloriarei das minhas fraquezas, para que a força de Cristo habite em mim;

 

Muitos eruditos bíblicos são da opinião de que o “espinho” era uma doença ocular de algum tipo.

O profeta Jonas rezou para que Deus lhe tirasse a vida (Jonas 4:3): “Agora, Senhor, toma a minha alma, porque me é melhor a morte que a vida”. Deus obviamente não cumpriu o pedido, e repreendeu Jonas por sua raiva (cf. 4:4,9). O profeta Ezequiel fez o mesmo (I Reis 19:4): “Basta, Senhor, disse ele, tirai-me a vida”. Deus tinha outros planos, como a passagem inteira mostra. Se nós rezamos de maneira estúpida, Deus não nos responde. Ele sabe melhor do que nós.

Jesus também conta a história (e não parábola, já que elas não têm nomes próprios) em Lucas 16 de Lázaro e o homem rico, em que duas orações peticionárias (com efeito, orações: 16:24, 27-28, 30) para Abraão e são recusadas (16:25-26, 29, 31). Já que Jesus está ensinando princípios teológicos ou verdades, por meio da história, então segue-se que essa é a opinião dEle também: as orações nem sempre são aceitas. Elas precisam estar de acordo com a vontade de Deus.

O mesmo princípio também se aplica à adoração, que Deus não receberá se não for ofertada com sinceridade e na ausência de pecados sérios:

Amós 5:14, 21-24 [14] Buscai o bem e não o mal, e vivereis, e o Senhor Deus dos exércitos estará convosco, como o dizeis.

[21] Aborreço vossas festas, elas me desgostam, não sinto gosto algum em vossos cultos, [22] quando me ofereceis holocaustos e ofertas, não encontro neles prazer algum, e não faço caso de vossos sacrifícios e animais cevados. [23] Longe de mim o ruído de vossos cânticos, não quero mais ouvir a música de vossas harpas, [24] mas, antes, que jorre a eqüidade como uma fonte e a justiça como torrente que não seca.

Provérbios 21:27 O sacrifício dos ímpios é abominável, mormente quando o oferecem com má intenção.

Quando Seu povo obedecia Seus mandamentos, no entanto, Deus ficava contente com os mesmos sacrifícios (veja por exemplo Is 56:6-7; Jer 17:24-26; Mal 1:11: “uma oferta pura”; e muitos outros).

 

 

Post original:

 

http://www.ncregister.com/blog/darmstrong/biblical-prayer-is-conditional-not-solely-based-on-faith

 

Capelão de Universidade demitido por fazer ato em desagravo por Parada Gay

Fr Mark Morris (GCU Catholic Community/Facebook)

 

Um padre que ofereceu um serviço em reparação pela “grosseira ofensa contra Deus” da Glasgow Pride foi demitido de seu posto de capelão da universidade.

O frei Mark Morris ofereceu um rosário, uma Litania e uma Benção na Immaculate Heart of Mary Chruch (Igreja do Sagrado Coração de Maria) em Balornock, Glasgow, na noite de segunda-feira.

A Glasgow Caledonian University (“Universidade Caledoniana de Glasgow” em tradução livre (N. do T)) demitiu de seu posto de capelão no dia seguinte, alegando que a visão dele estava em desacordo com aquelas da instituição educacional.

A diretora da universidade, professora Pamela Gillies disse: “Depois de uma devida conversa, o padre Mark Morris não retornará ao seu papel na capelania da universidade em setembro.

“A universidade trabalhará com a Arquidiocese de Glasgow para assegurar a provisão continuada do serviço de capelania para os funcionários e estudantes, no nosso Centro de Fé e Crença, quando o novo período começar

“A universidade é fortemente inclusiva e comprometida com a o apoio à igualdade e diversidade no campus.”

No entanto, a sociedade católica da universidade disse que estavam “extremamente desapontados” com a ação. “É francamente repugnante que um padre católico seja demitido de seu posto como capelão católico por meramente reafirmar os ensinamentos da fé católica”, disse a GCU Catholic Community.

“Parece que a Glasgow Caledonian University tem um entendimento muito deformado do que seja “igualdade e diversidade”, pelo qual eles não permitiram qualquer diversidade de opinião que seja.  Estamos muito tristes em ver que as opiniões e crenças dos católicos não são valorizadas ou respeitadas na capelania da universidade”, eles acrescentaram.

“Com toda a caridade, nós insistimos que a universidade reconsidere sua demissão injusta do nosso capelão.”

Em uma breve declaração, a Arquidiocese de Glasgow disse que estava “ciente da decisão da Universidade” e que vai “dar a provisão de apoio de capelania no tempo devido”.

 

Autor: 

(funcionários do Catholic Herald)

19 de julho de 2018

Tradutor: Bruno Menezes

 

Fonte:

http://catholicherald.co.uk/news/2018/07/19/university-chaplain-sacked-after-holding-service-of-reparation-for-gay-pride/

Cardeal Müller contra bispos alemães: “Estão se convertendo para o mundo, e não para Deus.”

O ex-prefeito da Congregação pela Doutrina da Fé fez uma dura censura à hierarquia alemã.

Em uma publicação exclusiva do Catholic World Report , o Cardeal Gerhard Müller censurou seus irmãos bispos por sua perda da fé sobrenatural, seu mundanismo e seu impulso implacável para descatolicizar a Igreja.

Fonte: ChurchMilitant.com

28 de junho de 2018

Autor: Stephen Wynne

Tradução: Bruno Menezes

 

“Um grupo de bispos alemães, com seu presidente na liderança, veem a si mesmos como lançadores de tendências para Igreja Católica na marcha para a modernidade”, Müller disse, apontando para o chefe da Conferência Alemã dos Bispos, Cardeal Reinhard Marx e seus aliados.

“Eles consideram a secularização e a descristianização da Europa como um desenvolvimento irreversível. Por essa razão a Nova Evangelização — o programa de João Paulo II e Bento XVI — é, na visão deles, uma batalha contra o curso objetivo da história”, ele observou.

“Eles estão buscando para a Igreja um nicho em que ela possa sobreviver em paz”, Müller continuou. “Portanto todas as doutrinas da fé que estão opostas ao ‘mainstream’, o consenso societal, devem ser reformadas.”

“Uma consequência disso é a demanda pela Santa Comunhão mesmo para pessoas sem a fé católica e também para aqueles católicos que não estão em estado de graça santificante”, o cardeal observou.

Mas, ele acrescentou, “Nenhum bispo tem a autoridade de administrar a Santa Comunhão para cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica.”

Indo mais a fundo, Müller detalhou os objetivos específicos da agenda dos bispos: “[Uma] benção para casais homossexuais, intercomunhão com protestantes, relativizar a indissolubilidade do casamento sacramental, a introdução dos viri probati e com isso a abolição do celibato sacerdotal, aprovação das relações antes e fora do casamento.”

“Esses são os objetivos deles”, ele alertou, “e para alcançá-los eles estão dispostos mesmo a dividir a conferência dos bispos.”

Cardeal Reinhard Marx.

Enquanto isso, “O fiel que leva a doutrina católica a sério é estigmatizado como conservador e empurrado para fora da Igreja, e exposto à campanha de difamação da mídia esquerdista e anticatólica.” Esses, o cardeal lamenta, “se sentem abandonados e traídos por seus pastores.”

A avaliação notavelmente franca de Müller coincide com uma notícia publicada no website oficial da Igreja Alemã, observando as afirmações mais recentes do Papa Francisco sobre a intercomunhão.  Enquanto retornava de um encontro do Concílio Mundial das Igrejas em Genebra na última semana, o Papa disse aos repórteres que depende de cada bispo individual decidir sobre a questão da permissão dos protestantes receberem a Eucaristia — nada fez para resolver o impasse.

A notícia diz que líderes de ambos os lados da questão acreditam que o longo debate está machucando a Igreja, citando especialmente o Cardeal Müller — um defensor da Eucaristia e da ortodoxia eclesiástica — assim como o ex-chefe do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, um proponente chave da intercomunhão protestante.

Mas Müller parecia sugerir que alguns prelados alemães podem estar derramando lágrimas de crocodilo para camuflar uma manobra política:

Para muitos bispos, a verdade da revelação e da profissão de fé católica é só mais uma variável na política de poder intra-eclesial.  Alguns deles citam acordos individuais com o Papa Francisco, e pensam que suas declarações em entrevistas com jornalistas e figuras políticas que nem de longe são católicos justificam mesmo a “diluição” de verdades definidas e infalíveis da Fé.

Muitos bispos, ele alertou, “justificam sua infidelidade à fé católica com supostas preocupações pastorais ou com explicações teológicas, que, no entanto, contradizem os princípios da fé católica.”

“Em suma, nós estamos lidando com um processo flagrante de protestantização”, disse o cardeal.

Müller assinalou a insensatez dessa abordagem.

“O mundanismo do episcopado e do clero no século XVI foi a causa da divisão da Cristandade, o que é diametralmente oposta à vontade de Cristo, o fundador da Igreja una, santa, católica e apostólica”, ele disse.

“A doença daquela época é agora supostamente o remédio com o qual a divisão será superada”, Müller acrescentou.

O cardeal então acusou os bispos alemães de fazerem um ídolo de estima pública.

“Ser popular com a opinião pública é, hoje em dia, o critério para um padre ou bispo supostamente bom”, ele lamentou. “Estamos experimentando uma conversão para mundo, ao invés de para Deus”.

“Hoje, para muitas pessoas, ser aceito pela mídia é mais importante do que a verdade”, Müller continuou. Mas, ele disse, os bispos são chamados a sofrer pela verdade.

“Pedro e Paulo sofreram o martírio por Cristo em Roma, o centro de poder naquele tempo”, ele refletiu. “Eles não foram celebrados pelos líderes desse mundo como heróis, mas, pelo contrário, foram ridicularizados como Cristo na cruz.” Nós não podemos jamais esquecer a dimensão martirológica do ministério Petrino e do ofício episcopal.”

“Nós precisamos de cristãos com espírito missionário”, Müller declarou. “Nós precisamos de padres e bispos que estejam cheios do zelo pela casa de Deus, que se dediquem inteiramente à salvação dos seres humanos na peregrinação da fé para a nosso lar eterno. Não existe qualquer futuro para o ‘cristianismo light’”.